sábado, 24 de dezembro de 2011

Bom comportamento nas Redes Sociais.


Especialistas destacam a importância do bom comportamento nas redes sociais.

      Quando se trata de bons costumes e dicas de etiquetas é inevitável não pensarmos nas tradicionais maneiras de se portar à mesa, segurar talheres ou adequar o vestuário. Porém, engana-se quem pensa que as boas maneiras só devem ser seguidas em reuniões corporativas e profissionais ou em almoços e jantares. É preciso também saber de algumas instruções de comportamento no mundo virtual, já que o monitoramento da internet tem se tornado uma ótima ferramenta para análise de pessoas, principalmente em processos seletivos.
De acordo com Romaly de Carvalho, professora de Etiqueta Empresarial da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e consultora de carreiras, cerca de 91% dos recrutadores de vagas no mercado de trabalho checam os perfis dos candidatos na web, e 47% deles conferem as redes sociais ainda na análise do currículo.
Para a especialista, as gafes na rede são perdoadas somente até os 17 anos 11 meses e 29 dias. “Depois disso você atinge a maioridade e se torna um adulto. Entende-se que você esteja preparado e instruído para assumir suas responsabilidades socialmente”, afirma.
Quem já está inserido no mercado de trabalho também precisa ficar atento ao que vincula na internet. “É preciso que se faça postagem de conteúdos relevantes. Publicações do tipo ‘Acabei de acordar’ interessam a quem?”, observa Romaly.
Outra questão a ser levantada é o uso excessivo das redes sociais e comunicadores instantâneos durante o expediente profissional. Com o exagero dessa prática, a produtividade e o rendimento do funcionário tendem a cair. Nesses casos, a especialista observa que o prejuízo final para a empresa é financeiro e, assim como muitos empregadores estão ligados à rede para admitir, são capazes de demitir pelo abuso de sua utilização.
Patrões X funcionários

      No ambiente virtual, a especialista também avalia o desempenho de pessoas que ocupam cargos de muita responsabilidade e seriedade. “O ideal para quem tem cargo executivo é ter dois perfis, um pessoal e outro profissional, pois a rede pode gerar uma intimidade entre patrão e empregado que nem sempre é saudável”.
Já no caso de funcionários que não querem que seus patrões tenham acesso a seus conteúdos particulares, a professora de etiqueta diz não ser deselegante e nem agressivo não aceitá-los nas redes sociais. “Justifique dizendo que se trata de uma página privada e que não se sente confortável em expor sua vida pessoal”, recomenda.
Público X privado

    Mariana dos Santos, executiva de planejamento de uma agência de publicidade de São Paulo, afirma que o princípio básico das redes sociais on-line são os mesmos para as relações sociais ‘na vida real’, off-line. “Tem coisas que são compartilháveis, outras nem tanto. Algo que você não falaria em público, também não deve ir pra rede.”
Para a jovem, que trabalha assiduamente com estratégias na internet e possuí páginas pessoais em sites de relacionamentos, “é preciso ter a noção de que o perfil é seu, mas o público é abrangente, é toda a rede. O bom senso deve prevalecer sempre”, destaca.
Conforme relembra a publicitária, há anos atrás, as pessoas não colocavam em seus perfis tantas fotos particulares, de familiares e muito menos seus nomes verdadeiros. Todo mundo se escondia através de nicknames (apelidos). Porém, hoje a exposição é muito maior. “Somos nós mesmos nas redes. É a nossa personalidade, só que expressa através de diferentes perfis em redes sociais.”
Romaly acrescenta que nós construímos uma imagem na rede e é natural que as pessoas entendam que sua imagem virtual corresponde também a características e modos de agir do dia a dia.
Dicas para o bom comportamento na rede, por Romaly de Carvalho:

É fundamental manter contato e conversar com as pessoas. É preciso responder os posts recebidos e se manifestar em discussões, por exemplo. Não se esqueça que as relações são feitas a dois e as regras da comunicação precisam ser seguidas. A pessoa se torna uma pessoa chata quando não corresponde na rede, e aos poucos acaba sendo excluída de círculos sociais;
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Sempre mencione a fonte quando publicar algo que não seja de sua autoria. Isso não é vergonha para ninguém;
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Seja tolerante com a opinião dos outros. A rede é um estado democrático e as pessoas têm direto de se expressar. Tome cuidado com publicações preconceituosas;
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Caso você receba algum comentário crítico ou feedbak negativo, você não é obrigado a aceitá-lo, porém é importante que não rebata as acusações. Entre em contato com a pessoa e utilize do método “sanduíche de cebola”: Comece seu contato pelo pão – de maneira suave e cordeal, depois adicione a cebola – comente que não concorda com as observações feitas ou justifique suas intenções, e finalize a conversa com outra camada de pão, agradecendo o contato e a atenção;
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Cheque todas as informações antes de publicar qualquer conteúdo. Perde-se credibilidade com as sucessivas postagens de fatos não confiáveis. Portanto, não cite o nome de ninguém e não invente histórias. Calúnia e difamação são crimes e indenizações podem trazer muitas dores de cabeça.

Fonte: Band – www band com br – Por Marilia Pellicciari

Origem do Natal e o significado da comemoração



O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

A Árvore de Natal e o Presépio

Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. Asmúsicas de Natal também fazem parte desta linda festa.

O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

A roupa do Papai Noel

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.

Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países

- Alemanha (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal"), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, "Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).

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